<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<rss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/">
  <channel>
    <title>Portugal Rebelde</title>
    <link>http://portugalrebelde.podOmatic.com</link>
    <description>Os novos sons da M&#250;sica Nacional</description>
    <language>pt-pt</language>
    <generator>podOmatic RSS Generator</generator>
    <pubDate>Sat, 19 Dec 2009 01:59:36 GMT</pubDate>
    <itunes:subtitle>Os novos sons da M&#250;sica Nacional</itunes:subtitle>
    <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
    <itunes:block>no</itunes:block>
    <itunes:image href="http://portugalrebelde.podOmatic.com/images/pcast240.jpg"/>
    <itunes:author>Portugal Rebelde</itunes:author>
    <itunes:summary>"Portugal Rebelde", Mais M&#250;sica Portuguesa!
</itunes:summary>
    <itunes:category text="Music"/>
    <atom:link type="application/rss+xml" rel="self" href="http://portugalrebelde.podOmatic.com/rss2.xml"/>
    <item>
      <title>B Fachada </title>
      <description>&lt;img src="http://portugalrebelde.podOmatic.com/mymedia/thumb/1124035/0x0_2453562.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;"Amores e desamores, amantes e amigos, viagens e passeios: B Fachada cumpre a promessa e edita ainda em 2009 aquele que, n&#227;o sendo s&#243; s&#233;rio, &#233; o seu primeiro &#225;lbum a s&#233;rio. Cobre-se de cores outonais, aconchega-se em invernosa prud&#234;ncia e revela com imperturb&#225;vel clareza a dimens&#227;o de um talento que s&#243; os mais esperan&#231;osos anteciparam nesta exacta medida, toda ela transbordante, impetuosamente juvenil e impossivelmente vivida. 

H&#225; um par de anos que B Fachada vem semeando campos. E &#233; da ordem natural das coisas que se provem uns mais f&#233;rteis do que outros. Por isso, que n&#227;o se sobressalte quem n&#227;o apanhou todas as trovas que ao vento lan&#231;ou. At&#233; porque &#8211; nos early years mais irredut&#237;veis que se possa imaginar (EP &#8220;At&#233;-Toboso&#8221;, Merzbau, 2007; EP &#8220;Sings the Lusitanian Blues&#8221;, Merzbau 2008; EP &#8220;Mini CD (Produzido por Walter Benjamin)&#8221;, Merzbau 2008; EP &#8220;Viola Braguesa&#8221; Merzbau/FlorCaveira 2008; CD &#8220;Um Fim-de-Semana no P&#243;nei Dourado&#8221;, FlorCaveira 2009) &#8211; nem todas indiciavam um dom&#237;nio t&#227;o efectivo da arte da can&#231;&#227;o quanto aquele que por ora atinge, nem tal prop&#243;sito serviam. 

Confortavelmente hom&#243;nimo, &#8220;B Fachada&#8221; &#8211; o &#225;lbum &#8211; &#233; o retrato de quem esperou pela passagem das esta&#231;&#245;es, de quem teve temperan&#231;a na hora da colheita e soube aproveitar s&#243; a fruta madura. Escolheu materiais, acumulou contos, duvidou de algumas coisas e ouviu muitas outras. 

Nos poucos meses passados desde &#8220;Um Fim-de-Semana no P&#243;nei Dourado&#8221; testemunh&#225;mos um processo que, &#224; falta de termo mais exacto e menos dependente da nossa pr&#243;pria perspectiva, qualificar&#237;amos como&#8230; humilde. Longe da contri&#231;&#227;o, esta humildade em Fachada &#233; de natureza mais pr&#225;tica: valorizar o trabalho, agu&#231;ar os sentidos, analisar com rigor o que havia feito e o que desejava vir a fazer, aperfei&#231;oar-se constantemente. 

Agora que do est&#250;dio regressou com estas can&#231;&#245;es tingidas de dourado, necessariamente reflexivas mas nem por isso austeras, percebemos que o seu inverno &#233; s&#243; um estado em que derrama luz de forma mais doce e concentrada. 

Fachada &#8211; sem que por isso se pare&#231;a especialmente interessar &#8211; obriga-nos a reflectir sobre o tempo. N&#227;o &#233; todos os dias que chega um &#225;lbum com pouco mais de meia hora capaz de relembrar que a dura&#231;&#227;o de um disco &#233; infinitamente multiplic&#225;vel. 

Nessa medida, estas onze can&#231;&#245;es apontam para um futuro em que, como sempre nestes casos, s&#227;o a &#250;nica certeza. Simultaneamente, actuam de forma retroactiva num nost&#225;lgico folhetim em que cabem as melhores p&#225;ginas de um cancioneiro t&#227;o recente qu&#227;o recente &#233; a sua descoberta. Tudo isto ter&#225; implica&#231;&#245;es extraordinariamente profundas, mas, no m&#237;nimo, aponta para que o tempo em que vive n&#227;o possa ser o mesmo em que vivem os outros. Isto &#233;, n&#227;o &#233; costumeiro &#8211; nem aqui nem em lugar algum &#8211; que um s&#243; activista transtorne assim um ano de m&#250;sica.

Mas nem tudo em Fachada gira em torno de si. Por mais assimiladas no seu l&#233;xico autoral que estejam, h&#225; por aqui in&#250;meras refer&#234;ncias que, em brincadeira, consideramos sacudir o p&#243; a muitas d&#233;cadas. Da melodia de &#8216;Queda do Imp&#233;rio&#8217; de Vitorino em &#8216;A Velha Europa&#8217; aos acordes do &#8216;Lean on Me&#8217; de Bill Withers na introdu&#231;&#227;o de &#8216;S&#243; Te Falta Seres Mulher&#8217; &#8211; e que os t&#237;tulos se adeq&#250;em foi tudo menos premeditado, garantimos &#8211; h&#225; um imenso gosto em evocar, de que o &#8216;Responso Para Maridos Transviados&#8217; &#233; o exemplo evidente. 

E a cada dia que passa h&#225; mais gente a encontrar provas do que nem se imagina intencional: que &#8216;Kit de Prestidigita&#231;&#227;o&#8217; pega no &#8216;Manual de Prestidigita&#231;&#227;o&#8217; de M&#225;rio Cesariny, que &#8216;A Bela Helena&#8217; &#233; um blues sacado a Louis Armstrong e King Oliver ou que a capa pisca o olho ao &#8216;Baile no Bosque&#8217; dos Trovante. 


E por a&#237; fora conforme mais gente tiver o disco nas m&#227;os. Porque, no limite, &#233; isso que Fachada faz melhor: simular que &#233; &#8211; ou que deveria ser &#8211; feito por si o mundo que h&#225; j&#225; na cabe&#231;a de cada um. E todos sabemos ser essa a maior ilus&#227;o da pop... E a sua maior subtileza."</description>
      <guid isPermaLink="true">http://portugalrebelde.podOmatic.com/entry/2009-12-17T15_09_07-08_00</guid>
      <comments>http://portugalrebelde.podOmatic.com/entry/2009-12-17T15_09_07-08_00</comments>
      <pubDate>Thu, 17 Dec 2009 22:35:33 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2009-12-17</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2009-12-17</dcterms:created>
      <link>http://portugalrebelde.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Portugal Rebelde</dc:creator>
      <itunes:keywords>nacional,novos,portugal,rebelde,sons</itunes:keywords>
      <enclosure type="audio/mpeg" url="http://portugalrebelde.podOmatic.com/enclosure/2009-12-17T15_09_07-08_00.mp3" length="37935751"/>
      <itunes:image href="http://portugalrebelde.podOmatic.com/mymedia/thumb/1124035/0x0_2453562.jpg"/>
      <itunes:duration>3161</itunes:duration>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>"Amores e desamores, amantes e amigos, viagens e passeios: B Fachada cumpre a promessa e edita ainda em 2009 aquele que, n&#227;o sendo s&#243; s&#233;rio, &#233; o seu primeiro &#225;lbum a s&#233;rio. Cobre-se de cores outonais, aconchega-se em invernosa prud&#234;ncia e revela com imperturb&#225;vel clareza a dimens&#227;o de um talento que s&#243; os mais esperan&#231;osos anteciparam nesta exacta medida, toda ela transbordante, impetuosamente juvenil e impossivelmente vivida. 

H&#225; um par de anos que B Fachada vem semeando campos. E &#233; da ordem natural das coisas que se provem uns mais f&#233;rteis do que outros. Por isso, que n&#227;o se sobressalte quem n&#227;o apanhou todas as trovas que ao vento lan&#231;ou. At&#233; porque &#8211; nos early years mais irredut&#237;veis que se possa imaginar (EP &#8220;At&#233;-Toboso&#8221;, Merzbau, 2007; EP &#8220;Sings the Lusitanian Blues&#8221;, Merzbau 2008; EP &#8220;Mini CD (Produzido por Walter Benjamin)&#8221;, Merzbau 2008; EP &#8220;Viola Braguesa&#8221; Merzbau/FlorCaveira 2008; CD &#8220;Um Fim-de-Semana no P&#243;nei Dourado&#8221;, FlorCaveira 2009) &#8211; nem todas indiciavam um dom&#237;nio t&#227;o efectivo da arte da can&#231;&#227;o quanto aquele que por ora atinge, nem tal prop&#243;sito serviam. 

Confortavelmente hom&#243;nimo, &#8220;B Fachada&#8221; &#8211; o &#225;lbum &#8211; &#233; o retrato de quem esperou pela passagem das esta&#231;&#245;es, de quem teve temperan&#231;a na hora da colheita e soube aproveitar s&#243; a fruta madura. Escolheu materiais, acumulou contos, duvidou de algumas coisas e ouviu muitas outras. 

Nos poucos meses passados desde &#8220;Um Fim-de-Semana no P&#243;nei Dourado&#8221; testemunh&#225;mos um processo que, &#224; falta de termo mais exacto e menos dependente da nossa pr&#243;pria perspectiva, qualificar&#237;amos como&#8230; humilde. Longe da contri&#231;&#227;o, esta humildade em Fachada &#233; de natureza mais pr&#225;tica: valorizar o trabalho, agu&#231;ar os sentidos, analisar com rigor o que havia feito e o que desejava vir a fazer, aperfei&#231;oar-se constantemente. 

Agora que do est&#250;dio regressou com estas can&#231;&#245;es tingidas de dourado, necessariamente reflexivas mas nem por isso austeras, percebemos que o seu inverno &#233; s&#243; um estado em que derrama luz de forma mais doce e concentrada. 

Fachada &#8211; sem que por isso se pare&#231;a especialmente interessar &#8211; obriga-nos a reflectir sobre o tempo. N&#227;o &#233; todos os dias que chega um &#225;lbum com pouco mais de meia hora capaz de relembrar que a dura&#231;&#227;o de um disco &#233; infinitamente multiplic&#225;vel. 

Nessa medida, estas onze can&#231;&#245;es apontam para um futuro em que, como sempre nestes casos, s&#227;o a &#250;nica certeza. Simultaneamente, actuam de forma retroactiva num nost&#225;lgico folhetim em que cabem as melhores p&#225;ginas de um cancioneiro t&#227;o recente qu&#227;o recente &#233; a sua descoberta. Tudo isto ter&#225; implica&#231;&#245;es extraordinariamente profundas, mas, no m&#237;nimo, aponta para que o tempo em que vive n&#227;o possa ser o mesmo em que vivem os outros. Isto &#233;, n&#227;o &#233; costumeiro &#8211; nem aqui nem em lugar algum &#8211; que um s&#243; activista transtorne assim um ano de m&#250;sica.

Mas nem tudo em Fachada gira em torno de si. Por mais assimiladas no seu l&#233;xico autoral que estejam, h&#225; por aqui in&#250;meras refer&#234;ncias que, em brincadeira, consideramos sacudir o p&#243; a muitas d&#233;cadas. Da melodia de &#8216;Queda do Imp&#233;rio&#8217; de Vitorino em &#8216;A Velha Europa&#8217; aos acordes do &#8216;Lean on Me&#8217; de Bill Withers na introdu&#231;&#227;o de &#8216;S&#243; Te Falta Seres Mulher&#8217; &#8211; e que os t&#237;tulos se adeq&#250;em foi tudo menos premeditado, garantimos &#8211; h&#225; um imenso gosto em evocar, de que o &#8216;Responso Para Maridos Transviados&#8217; &#233; o exemplo evidente. 

E a cada dia que passa h&#225; mais gente a encontrar provas do que nem se imagina intencional: que &#8216;Kit de Prestidigita&#231;&#227;o&#8217; pega no &#8216;Manual de Prestidigita&#231;&#227;o&#8217; de M&#225;rio Cesariny, que &#8216;A Bela Helena&#8217; &#233; um blues sacado a Louis Armstrong e King Oliver ou que a capa pisca o olho ao &#8216;Baile no Bosque&#8217; dos Trovante. 


E por a&#237; fora conforme mais gente tiver o disco nas m&#227;os. Porque, no limite, &#233; isso que Fachada faz melhor: simular que &#233; &#8211; ou que deveria ser &#8211; feito por si o mundo que h&#225; j&#225; na cabe&#231;a de cada um. E todos sabemos ser essa a maior ilus&#227;o da pop... E a sua maior subtileza."</itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>Samuel &#218;ria | "Nem lhe Tocava"</title>
      <description>&lt;img src="http://portugalrebelde.podOmatic.com/mymedia/thumb/1124035/0x0_2430603.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;"Se Ant&#243;nio fundia Braga e Nova Iorque, Samuel atravessa Dylan e Pai&#227;o, Vitorino e Waits. Se Varia&#231;&#245;es soube p&#244;r mundo no Minho, &#218;ria p&#245;e este mundo no outro, e o outro neste, e tudo em breves can&#231;&#245;es orelhudas. Mas, por favor, nada de mal-entendidos. 

Este artista &#233; de s&#237;nteses, n&#227;o &#233; sint&#233;tico. Isto &#233; m&#250;sica muito humana, de carne e osso, verdadeira e impura, cordas, respira&#231;&#245;es, arranh&#245;es, falsetes. Um cantautor a s&#233;rio a brincar com o seu tesouro. O qu&#234;, nomes, Hist&#243;ria? Bem, vamos a isso: Zeca Afonso, Ant&#243;nio Varia&#231;&#245;es, S&#233;rgio Godinho e &#8211; Samuel &#218;ria. Sim, isso mesmo. E n&#227;o, n&#227;o &#233; nenhum &#8220;por exemplo&#8221;.

Esta m&#250;sica n&#227;o tem medo de atacar o clich&#234; mesmo no meiinho, naquele ponto onde ele &#233; mais sens&#237;vel. Vira-o, desvira-o, reinventa-o de tal maneira que, quando damos por n&#243;s, estamos a olhar-nos ao espelho destes monumentos disfar&#231;ados de coisa respigada. 

Para os alternativos, fica o aviso: n&#227;o se assustem com o aparato de produ&#231;&#227;o, n&#227;o h&#225; aqui nenhum &#8220;compromisso&#8221;, nenhuma &#8220;ced&#234;ncia&#8221;. Pelo contr&#225;rio, este &#8220;Nem Lhe Tocava&#8221; (que t&#237;tulo do cara&#231;as, meu) &#233; objecto perigoso, perigos&#237;ssimo. E, para os convencionais, s&#243; um recado: ou&#231;am sem preconceitos, sem pressas, com a calma poss&#237;vel, no meio do mundo, e depois vejam que tal. 

Em verdade vos digo, Samuel &#218;ria &#233; t&#227;o bom que devia ser proibido. Ele comp&#245;e, escreve, toca, canta, teatra, arranja, dispara mais r&#225;pido que qualquer sombra, faz tanto e tudo bem. Mais que bem, brilhantemente, incrivelmente, genialmente, despretensiosamente. Mas, pois, n&#227;o me puxem pelo adv&#233;rbio.

Podia falar de &#8220;N&#227;o arrastes o meu caix&#227;o&#8221; &#8211; quando primeiro a ouvi, arrisquei que era um fado-spaghetti, agora n&#227;o sei se n&#227;o ser&#225; mais um western-sarrabulho &#8211; ou de &#8220;Rua da Fonte Nova, 171&#8221; &#8211; um ar-de-blues ao mesmo tempo comovente e contido &#8211; ou de &#8220;Teimoso&#8221; &#8211; sucesso pop em falsete fabuloso que p&#245;e Beck e PREC na mesma faixa &#8211;, mas, num disco destes, &#233; demasiado dif&#237;cil escolher s&#243; uma can&#231;&#227;o, s&#243; duas, s&#243; tr&#234;s. &#192; volta de &#8220;Nem lhe tocava&#8221; devia haver uma fita vermelha com o aviso: aqui h&#225; mesmo 12 can&#231;&#245;es.

N&#227;o, para falar desta grandeza, temos de nos socorrer dos cl&#225;ssicos, n&#227;o h&#225; hip&#243;tese. Samuel &#218;ria diz-se &#8220;m&#250;sico ligeiro&#8221;, mas o facto &#233; que estas can&#231;&#245;es conseguem, e citemos Drummond, &#8220;erguer-se em arco sobre os abismos&#8221;.

Jacinto Lucas Pires</description>
      <guid isPermaLink="true">http://portugalrebelde.podOmatic.com/entry/2009-12-10T11_38_03-08_00</guid>
      <comments>http://portugalrebelde.podOmatic.com/entry/2009-12-10T11_38_03-08_00</comments>
      <pubDate>Thu, 10 Dec 2009 19:20:47 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2009-12-10</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2009-12-10</dcterms:created>
      <link>http://portugalrebelde.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Portugal Rebelde</dc:creator>
      <itunes:keywords>nacional,novos,portugal,rebelde,sons</itunes:keywords>
      <enclosure type="audio/mpeg" url="http://portugalrebelde.podOmatic.com/enclosure/2009-12-10T11_38_03-08_00.mp3" length="36059951"/>
      <itunes:image href="http://portugalrebelde.podOmatic.com/mymedia/thumb/1124035/0x0_2430603.jpg"/>
      <itunes:duration>3004</itunes:duration>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>"Se Ant&#243;nio fundia Braga e Nova Iorque, Samuel atravessa Dylan e Pai&#227;o, Vitorino e Waits. Se Varia&#231;&#245;es soube p&#244;r mundo no Minho, &#218;ria p&#245;e este mundo no outro, e o outro neste, e tudo em breves can&#231;&#245;es orelhudas. Mas, por favor, nada de mal-entendidos. 

Este artista &#233; de s&#237;nteses, n&#227;o &#233; sint&#233;tico. Isto &#233; m&#250;sica muito humana, de carne e osso, verdadeira e impura, cordas, respira&#231;&#245;es, arranh&#245;es, falsetes. Um cantautor a s&#233;rio a brincar com o seu tesouro. O qu&#234;, nomes, Hist&#243;ria? Bem, vamos a isso: Zeca Afonso, Ant&#243;nio Varia&#231;&#245;es, S&#233;rgio Godinho e &#8211; Samuel &#218;ria. Sim, isso mesmo. E n&#227;o, n&#227;o &#233; nenhum &#8220;por exemplo&#8221;.

Esta m&#250;sica n&#227;o tem medo de atacar o clich&#234; mesmo no meiinho, naquele ponto onde ele &#233; mais sens&#237;vel. Vira-o, desvira-o, reinventa-o de tal maneira que, quando damos por n&#243;s, estamos a olhar-nos ao espelho destes monumentos disfar&#231;ados de coisa respigada. 

Para os alternativos, fica o aviso: n&#227;o se assustem com o aparato de produ&#231;&#227;o, n&#227;o h&#225; aqui nenhum &#8220;compromisso&#8221;, nenhuma &#8220;ced&#234;ncia&#8221;. Pelo contr&#225;rio, este &#8220;Nem Lhe Tocava&#8221; (que t&#237;tulo do cara&#231;as, meu) &#233; objecto perigoso, perigos&#237;ssimo. E, para os convencionais, s&#243; um recado: ou&#231;am sem preconceitos, sem pressas, com a calma poss&#237;vel, no meio do mundo, e depois vejam que tal. 

Em verdade vos digo, Samuel &#218;ria &#233; t&#227;o bom que devia ser proibido. Ele comp&#245;e, escreve, toca, canta, teatra, arranja, dispara mais r&#225;pido que qualquer sombra, faz tanto e tudo bem. Mais que bem, brilhantemente, incrivelmente, genialmente, despretensiosamente. Mas, pois, n&#227;o me puxem pelo adv&#233;rbio.

Podia falar de &#8220;N&#227;o arrastes o meu caix&#227;o&#8221; &#8211; quando primeiro a ouvi, arrisquei que era um fado-spaghetti, agora n&#227;o sei se n&#227;o ser&#225; mais um western-sarrabulho &#8211; ou de &#8220;Rua da Fonte Nova, 171&#8221; &#8211; um ar-de-blues ao mesmo tempo comovente e contido &#8211; ou de &#8220;Teimoso&#8221; &#8211; sucesso pop em falsete fabuloso que p&#245;e Beck e PREC na mesma faixa &#8211;, mas, num disco destes, &#233; demasiado dif&#237;cil escolher s&#243; uma can&#231;&#227;o, s&#243; duas, s&#243; tr&#234;s. &#192; volta de &#8220;Nem lhe tocava&#8221; devia haver uma fita vermelha com o aviso: aqui h&#225; mesmo 12 can&#231;&#245;es.

N&#227;o, para falar desta grandeza, temos de nos socorrer dos cl&#225;ssicos, n&#227;o h&#225; hip&#243;tese. Samuel &#218;ria diz-se &#8220;m&#250;sico ligeiro&#8221;, mas o facto &#233; que estas can&#231;&#245;es conseguem, e citemos Drummond, &#8220;erguer-se em arco sobre os abismos&#8221;.

Jacinto Lucas Pires</itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>Henrique Amaro | Optimus Discos</title>
      <description>&lt;img src="http://portugalrebelde.podOmatic.com/mymedia/thumb/1124035/0x0_2410210.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;"A edi&#231;&#227;o &#233; uma actividade extremamente atraente e complexa nos seus variados desafios. Concretizar uma ideia musical numa edi&#231;&#227;o &#233; um somat&#243;rio de etapas que come&#231;a com uns acordes soltos e termina com a obra a multiplicar-se de ouvido em ouvido. O processo envolve uma teia de talentos, de ilus&#245;es e de acasos. 

A Optimus Discos assumiu na sua funda&#231;&#227;o o objectivo de viabilizar editorialmente, uma s&#233;rie de bandas e artistas que, dia ap&#243;s dia, n&#227;o resistem ao impulso criativo e fazem crescer as suas ideias ao ponto de ser um ultraje n&#227;o as revelar. 

O Pa&#237;s em que vivemos est&#225; repleto de m&#250;sica a necessitar de aten&#231;&#227;o e embora &#243;rf&#227;os de cumplicidade estatal, os m&#250;sicos v&#227;o conseguindo criar p&#243;los de interesse not&#225;veis em &#225;reas t&#227;o distantes quanto o tradicional ou a electr&#243;nica experimental. As 24 edi&#231;&#245;es promovidas durante este ano nesta plataforma s&#227;o apenas pistas para essa descoberta. 

Em poucos meses, estas can&#231;&#245;es tornaram-se propriedade de todos os usu&#225;rios, foram traficadas, usadas e trespassadas de m&#227;o em m&#227;o. Mais de 300000 downloads realizados em 6 meses s&#227;o um est&#237;mulo importante para esta experi&#234;ncia editorial e fundamental na prepara&#231;&#227;o do plano para 2010. 

Num claro tributo ao ideal do &#8220;direito &#224; diferen&#231;a&#8221;, usem e abusem desta nova s&#233;rie". 

Henrique Amaro 
</description>
      <guid isPermaLink="true">http://portugalrebelde.podOmatic.com/entry/2009-12-04T02_25_16-08_00</guid>
      <comments>http://portugalrebelde.podOmatic.com/entry/2009-12-04T02_25_16-08_00</comments>
      <pubDate>Fri, 04 Dec 2009 10:09:47 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2009-12-04</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2009-12-04</dcterms:created>
      <link>http://portugalrebelde.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Portugal Rebelde</dc:creator>
      <itunes:keywords>nacional,novos,portugal,rebelde,sons</itunes:keywords>
      <enclosure type="audio/mpeg" url="http://portugalrebelde.podOmatic.com/enclosure/2009-12-04T02_25_16-08_00.mp3" length="35446491"/>
      <itunes:image href="http://portugalrebelde.podOmatic.com/mymedia/thumb/1124035/0x0_2410210.jpg"/>
      <itunes:duration>2953</itunes:duration>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>"A edi&#231;&#227;o &#233; uma actividade extremamente atraente e complexa nos seus variados desafios. Concretizar uma ideia musical numa edi&#231;&#227;o &#233; um somat&#243;rio de etapas que come&#231;a com uns acordes soltos e termina com a obra a multiplicar-se de ouvido em ouvido. O processo envolve uma teia de talentos, de ilus&#245;es e de acasos. 

A Optimus Discos assumiu na sua funda&#231;&#227;o o objectivo de viabilizar editorialmente, uma s&#233;rie de bandas e artistas que, dia ap&#243;s dia, n&#227;o resistem ao impulso criativo e fazem crescer as suas ideias ao ponto de ser um ultraje n&#227;o as revelar. 

O Pa&#237;s em que vivemos est&#225; repleto de m&#250;sica a necessitar de aten&#231;&#227;o e embora &#243;rf&#227;os de cumplicidade estatal, os m&#250;sicos v&#227;o conseguindo criar p&#243;los de interesse not&#225;veis em &#225;reas t&#227;o distantes quanto o tradicional ou a electr&#243;nica experimental. As 24 edi&#231;&#245;es promovidas durante este ano nesta plataforma s&#227;o apenas pistas para essa descoberta. 

Em poucos meses, estas can&#231;&#245;es tornaram-se propriedade de todos os usu&#225;rios, foram traficadas, usadas e trespassadas de m&#227;o em m&#227;o. Mais de 300000 downloads realizados em 6 meses s&#227;o um est&#237;mulo importante para esta experi&#234;ncia editorial e fundamental na prepara&#231;&#227;o do plano para 2010. 

Num claro tributo ao ideal do &#8220;direito &#224; diferen&#231;a&#8221;, usem e abusem desta nova s&#233;rie". 

Henrique Amaro 
</itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>Rua da Saudade | Homenagem a Ary dos Santos</title>
      <description>&lt;img src="http://portugalrebelde.podOmatic.com/mymedia/thumb/1124035/0x0_2387558.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;No ano em que assinala os 25 anos da morte de um dos mais talentosos poetas portugueses, Mafalda Arnauth, Susana F&#233;lix, Viviane e Luanda Cozetti re&#250;nem-se para homenagear Jos&#233; Carlos Ary dos Santos.

Numa selec&#231;&#227;o de 11 temas do vasto legado de Ary dos Santos, Rua da Saudade apresenta nova roupagem de can&#231;&#245;es singulares como Estrela da Tarde, Retalhos, Cavalo a Solta, entre outras. Um projecto &#250;nico para se ouvir da primeira &#224; &#250;ltima m&#250;sica, com interpreta&#231;&#245;es que tocam diferentes sonoridades do pop, ao fado, passando pelo jazz e at&#233; o ritmo da bossa nova. 
</description>
      <guid isPermaLink="true">http://portugalrebelde.podOmatic.com/entry/2009-11-26T08_33_15-08_00</guid>
      <comments>http://portugalrebelde.podOmatic.com/entry/2009-11-26T08_33_15-08_00</comments>
      <pubDate>Thu, 26 Nov 2009 16:15:51 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2009-11-26</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2009-11-26</dcterms:created>
      <link>http://portugalrebelde.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Portugal Rebelde</dc:creator>
      <itunes:keywords>nacional,novos,portugal,rebelde,sons</itunes:keywords>
      <enclosure type="audio/mpeg" url="http://portugalrebelde.podOmatic.com/enclosure/2009-11-26T08_33_15-08_00.mp3" length="37846726"/>
      <itunes:image href="http://portugalrebelde.podOmatic.com/mymedia/thumb/1124035/0x0_2387558.jpg"/>
      <itunes:duration>3153</itunes:duration>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>No ano em que assinala os 25 anos da morte de um dos mais talentosos poetas portugueses, Mafalda Arnauth, Susana F&#233;lix, Viviane e Luanda Cozetti re&#250;nem-se para homenagear Jos&#233; Carlos Ary dos Santos.

Numa selec&#231;&#227;o de 11 temas do vasto legado de Ary dos Santos, Rua da Saudade apresenta nova roupagem de can&#231;&#245;es singulares como Estrela da Tarde, Retalhos, Cavalo a Solta, entre outras. Um projecto &#250;nico para se ouvir da primeira &#224; &#250;ltima m&#250;sica, com interpreta&#231;&#245;es que tocam diferentes sonoridades do pop, ao fado, passando pelo jazz e at&#233; o ritmo da bossa nova. 
</itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>K203 | "No Fio da Navalha"</title>
      <description>&lt;img src="http://portugalrebelde.podOmatic.com/mymedia/thumb/1124035/0x0_2367919.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Oriundos de Santiago do Cac&#233;m e apadrinhados pelos Xutos&amp;Pontap&#233;s em 1996, os K2o3 lan&#231;am pela m&#227;o de TIM e com edi&#231;&#227;o da EL TATU, o &#225;lbum de estreia intitulado &#8220;&#201;s capaz&#8221;. 

A banda faz v&#225;rias primeiras partes dos Xutos, v&#225;rios concertos de norte a sul e em 1999 editam o segundo trabalho de nome &#8220;Grita&#8221;. 

S&#227;o actualmente uma das mais respeitadas bandas punk rock nacionais, com o estatuto de banda de culto, que frequentemente tem centenas e por vezes milhares de pessoas nos seus concertos, apesar de actuarem num circuito mais alternativo. 

2009 marca o regresso dos K2o3 &#224;s lides discogr&#225;ficas com o novo &#225;lbum intitulado "No fio da navalha", editado e distribu&#237;do pela editora Infected Records DIY. Neste momento est&#227;o a ser agendados v&#225;rios concertos que levar&#227;o os K2o3 de norte a sul do pa&#237;s por forma a promoverem o seu mais recente trabalho. </description>
      <guid isPermaLink="true">http://portugalrebelde.podOmatic.com/entry/2009-11-20T12_03_44-08_00</guid>
      <comments>http://portugalrebelde.podOmatic.com/entry/2009-11-20T12_03_44-08_00</comments>
      <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 19:45:04 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2009-11-20</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2009-11-20</dcterms:created>
      <link>http://portugalrebelde.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Portugal Rebelde</dc:creator>
      <itunes:keywords>nacional,novos,portugal,rebelde,sons</itunes:keywords>
      <enclosure type="audio/mpeg" url="http://portugalrebelde.podOmatic.com/enclosure/2009-11-20T12_03_44-08_00.mp3" length="36871209"/>
      <itunes:image href="http://portugalrebelde.podOmatic.com/mymedia/thumb/1124035/0x0_2367919.jpg"/>
      <itunes:duration>3072</itunes:duration>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>Oriundos de Santiago do Cac&#233;m e apadrinhados pelos Xutos&amp;Pontap&#233;s em 1996, os K2o3 lan&#231;am pela m&#227;o de TIM e com edi&#231;&#227;o da EL TATU, o &#225;lbum de estreia intitulado &#8220;&#201;s capaz&#8221;. 

A banda faz v&#225;rias primeiras partes dos Xutos, v&#225;rios concertos de norte a sul e em 1999 editam o segundo trabalho de nome &#8220;Grita&#8221;. 

S&#227;o actualmente uma das mais respeitadas bandas punk rock nacionais, com o estatuto de banda de culto, que frequentemente tem centenas e por vezes milhares de pessoas nos seus concertos, apesar de actuarem num circuito mais alternativo. 

2009 marca o regresso dos K2o3 &#224;s lides discogr&#225;ficas com o novo &#225;lbum intitulado "No fio da navalha", editado e distribu&#237;do pela editora Infected Records DIY. Neste momento est&#227;o a ser agendados v&#225;rios concertos que levar&#227;o os K2o3 de norte a sul do pa&#237;s por forma a promoverem o seu mais recente trabalho. </itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>Diabo na Cruz | "Virou!"</title>
      <description>&lt;img src="http://portugalrebelde.podOmatic.com/mymedia/thumb/1124035/0x0_2341877.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Arre! DIABO NA CRUZ virou tudo. E n&#227;o &#233; s&#243; aquela minhota da capa que de repente se v&#234; num tempo para o qual n&#227;o tinha bilhete de entrada: &#233; Jorge Cruz a escapar &#224; sua pr&#243;pria biografia e &#8211; transformando p&#243; em p&#225;tina &#8211; a desenterrar uma realidade prematuramente hibernante. 

Que o fa&#231;a jubilando mem&#243;rias e inebriando c&#250;mplices de tend&#234;ncias t&#227;o diversas &#233; um pequeno acontecimento. Mas que tenha colocado a voz de Vitorino a abrir o disco &#8211; quase como quem vem anunciar um programa de festividades &#8211; implica j&#225; fa&#231;anha de outra import&#226;ncia: porque n&#227;o &#233; f&#225;cil arrega&#231;ar mangas, enfiar bra&#231;os pela garganta de uma tradi&#231;&#227;o adentro, de l&#225; arrancar um peda&#231;o de entranhas e esperar que com isso lhe bata mais forte o cora&#231;&#227;o. 

O DIABO NA CRUZ escolhe a Hist&#243;ria da M&#250;sica Popular Brasileira como exemplo e a m&#250;sica anglo-sax&#243;nica como influ&#234;ncia incontorn&#225;vel. "Acredito que existam muitas outras maneiras de convidar a M&#250;sica Moderna Portuguesa a encontrar-se com a sua raiz. Pois que venham elas!&#8221;. Esta &#233; a de DIABO NA CRUZ. 
</description>
      <guid isPermaLink="true">http://portugalrebelde.podOmatic.com/entry/2009-11-12T12_09_59-08_00</guid>
      <comments>http://portugalrebelde.podOmatic.com/entry/2009-11-12T12_09_59-08_00</comments>
      <pubDate>Thu, 12 Nov 2009 19:44:37 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2009-11-12</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2009-11-12</dcterms:created>
      <link>http://portugalrebelde.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Portugal Rebelde</dc:creator>
      <itunes:keywords>audio,nacional,novos,portugal,rebelde,sons</itunes:keywords>
      <enclosure type="audio/mpeg" url="http://portugalrebelde.podOmatic.com/enclosure/2009-11-12T12_09_59-08_00.mp3" length="49791894"/>
      <itunes:image href="http://portugalrebelde.podOmatic.com/mymedia/thumb/1124035/0x0_2341877.jpg"/>
      <itunes:duration>3111</itunes:duration>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>Arre! DIABO NA CRUZ virou tudo. E n&#227;o &#233; s&#243; aquela minhota da capa que de repente se v&#234; num tempo para o qual n&#227;o tinha bilhete de entrada: &#233; Jorge Cruz a escapar &#224; sua pr&#243;pria biografia e &#8211; transformando p&#243; em p&#225;tina &#8211; a desenterrar uma realidade prematuramente hibernante. 

Que o fa&#231;a jubilando mem&#243;rias e inebriando c&#250;mplices de tend&#234;ncias t&#227;o diversas &#233; um pequeno acontecimento. Mas que tenha colocado a voz de Vitorino a abrir o disco &#8211; quase como quem vem anunciar um programa de festividades &#8211; implica j&#225; fa&#231;anha de outra import&#226;ncia: porque n&#227;o &#233; f&#225;cil arrega&#231;ar mangas, enfiar bra&#231;os pela garganta de uma tradi&#231;&#227;o adentro, de l&#225; arrancar um peda&#231;o de entranhas e esperar que com isso lhe bata mais forte o cora&#231;&#227;o. 

O DIABO NA CRUZ escolhe a Hist&#243;ria da M&#250;sica Popular Brasileira como exemplo e a m&#250;sica anglo-sax&#243;nica como influ&#234;ncia incontorn&#225;vel. "Acredito que existam muitas outras maneiras de convidar a M&#250;sica Moderna Portuguesa a encontrar-se com a sua raiz. Pois que venham elas!&#8221;. Esta &#233; a de DIABO NA CRUZ. 
</itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>The Legendary Tigerman | "Femina"</title>
      <description>&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;object width="425px" height="360px" &gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"/&gt;&lt;param name="movie" value="http://mediaservices.myspace.com/services/media/embed.aspx/m=59394139,t=1,mt=video"/&gt;&lt;embed src="http://mediaservices.myspace.com/services/media/embed.aspx/m=59394139,t=1,mt=video" width="425" height="360" allowFullScreen="true" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="</description>
      <guid isPermaLink="true">http://portugalrebelde.podOmatic.com/entry/2009-11-06T11_48_31-08_00</guid>
      <comments>http://portugalrebelde.podOmatic.com/entry/2009-11-06T11_48_31-08_00</comments>
      <pubDate>Fri, 06 Nov 2009 19:27:40 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2009-11-06</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2009-11-06</dcterms:created>
      <link>http://portugalrebelde.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Portugal Rebelde</dc:creator>
      <itunes:keywords>nacional,novos,portugal,rebelde,sons</itunes:keywords>
      <enclosure type="audio/mpeg" url="http://portugalrebelde.podOmatic.com/enclosure/2009-11-06T11_48_31-08_00.mp3" length="35653694"/>
      <itunes:duration>2971</itunes:duration>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>&lt;a href="</itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>LOBO "Ataca" no Portugal Rebelde</title>
      <description>&lt;img src="http://portugalrebelde.podOmatic.com/mymedia/thumb/1124035/0x0_2299364.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;A fazer xinfrim desde 2007, o LOBO tem tripla personalidade. &#201; teimoso, sens&#237;vel, obsessivo, determinado...e n&#227;o gosta de 2as feiras. Definitivamente o LOBO &#233; um PODER-TRIO, quase um gang. 

Pedro Lobo &#233; o principal respons&#225;vel pelas can&#231;&#245;es do LOBO. Alternador de Discos, Produtor e Mel&#243;mano, percorreu o pa&#237;s de l&#233;s a l&#233;s com bandas semi desconhecidas, no limiar da fortuna e gl&#243;ria. "Ecl&#233;ctico is my middle name" diz. 

Pedro Madureira gravou um disco com o lend&#225;rio Mick Glossop e tira um prazer dos diabos de tocar bateria.

Pedro Jorge cria melodias na guitarra como poucos e gosta de teorizar sobre Frequ&#234;ncias Hertzianas.

Nuxo Espinheira (Blind Zero), &#233; o elemento que, ao vivo, assume as linhas no baixo. 

Juntos fazem parte dessa entidade que decidiram denominar de LOBO...pelas can&#231;&#245;es.

Ap&#243;s diversas apresenta&#231;&#245;es ao vivo, a banda grava em est&#250;dio, durante 2008 e 2009, aquele que ser&#225; o seu primeiro registo de originais: &#8216;Socorros a N&#225;ufragos&#8217;. 

O disco &#233; produzido por Pedro Lobo e conta com as participa&#231;&#245;es de Presto (Mind da Gap),Nuxo Espinheira (Blind Zero), Alberto Almeida (Cabaret Fortuna), Daniela Maia, Carl Minnemann, entre outros. 

&#8220;Socorros a N&#225;ufragos&#8221; conta tamb&#233;m com duas lendas vivas da arte de fazer discos, Vic Florencia (Danko Jones, Nelly Furtado) que mistura a poderosa vers&#227;o dos GNR, P&#243;s-Modernos, e Denis Blackham (Led Zeppelin, Jimi Hendrix, Kraftwerk, Brian Eno, etc) respons&#225;vel pela Masteriza&#231;&#227;o.

Depois de dado a conhecer parte do &#225;lbum, a um grupo restrito de pessoas ligadas &#224; ind&#250;stria musical, o LOBO &#233; convidado a integrar a compila&#231;&#227;o Novos Talentos FNAC 2009, com o tema &#8216;Agora, Aqui&#8217; sendo que a m&#250;sica &#8216;Algo Mudou&#8217; &#233; tamb&#233;m sincronizada com a Telenovela de sucesso &#8220;Sentimentos&#8221; em exibi&#231;&#227;o na TVI, levando assim a M&#250;sica Alternativa Portuguesa at&#233; &#225;s Ondas Hertzianas Televisionadas(for a change).
</description>
      <guid isPermaLink="true">http://portugalrebelde.podOmatic.com/entry/2009-10-29T13_03_10-07_00</guid>
      <comments>http://portugalrebelde.podOmatic.com/entry/2009-10-29T13_03_10-07_00</comments>
      <pubDate>Thu, 29 Oct 2009 19:44:00 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2009-10-29</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2009-10-29</dcterms:created>
      <link>http://portugalrebelde.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Portugal Rebelde</dc:creator>
      <itunes:keywords>music,nacional,novos,portugal,rebelde,sons</itunes:keywords>
      <enclosure type="audio/mpeg" url="http://portugalrebelde.podOmatic.com/enclosure/2009-10-29T13_03_10-07_00.mp3" length="36266840"/>
      <itunes:image href="http://portugalrebelde.podOmatic.com/mymedia/thumb/1124035/0x0_2299364.jpg"/>
      <itunes:duration>3022</itunes:duration>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>A fazer xinfrim desde 2007, o LOBO tem tripla personalidade. &#201; teimoso, sens&#237;vel, obsessivo, determinado...e n&#227;o gosta de 2as feiras. Definitivamente o LOBO &#233; um PODER-TRIO, quase um gang. 

Pedro Lobo &#233; o principal respons&#225;vel pelas can&#231;&#245;es do LOBO. Alternador de Discos, Produtor e Mel&#243;mano, percorreu o pa&#237;s de l&#233;s a l&#233;s com bandas semi desconhecidas, no limiar da fortuna e gl&#243;ria. "Ecl&#233;ctico is my middle name" diz. 

Pedro Madureira gravou um disco com o lend&#225;rio Mick Glossop e tira um prazer dos diabos de tocar bateria.

Pedro Jorge cria melodias na guitarra como poucos e gosta de teorizar sobre Frequ&#234;ncias Hertzianas.

Nuxo Espinheira (Blind Zero), &#233; o elemento que, ao vivo, assume as linhas no baixo. 

Juntos fazem parte dessa entidade que decidiram denominar de LOBO...pelas can&#231;&#245;es.

Ap&#243;s diversas apresenta&#231;&#245;es ao vivo, a banda grava em est&#250;dio, durante 2008 e 2009, aquele que ser&#225; o seu primeiro registo de originais: &#8216;Socorros a N&#225;ufragos&#8217;. 

O disco &#233; produzido por Pedro Lobo e conta com as participa&#231;&#245;es de Presto (Mind da Gap),Nuxo Espinheira (Blind Zero), Alberto Almeida (Cabaret Fortuna), Daniela Maia, Carl Minnemann, entre outros. 

&#8220;Socorros a N&#225;ufragos&#8221; conta tamb&#233;m com duas lendas vivas da arte de fazer discos, Vic Florencia (Danko Jones, Nelly Furtado) que mistura a poderosa vers&#227;o dos GNR, P&#243;s-Modernos, e Denis Blackham (Led Zeppelin, Jimi Hendrix, Kraftwerk, Brian Eno, etc) respons&#225;vel pela Masteriza&#231;&#227;o.

Depois de dado a conhecer parte do &#225;lbum, a um grupo restrito de pessoas ligadas &#224; ind&#250;stria musical, o LOBO &#233; convidado a integrar a compila&#231;&#227;o Novos Talentos FNAC 2009, com o tema &#8216;Agora, Aqui&#8217; sendo que a m&#250;sica &#8216;Algo Mudou&#8217; &#233; tamb&#233;m sincronizada com a Telenovela de sucesso &#8220;Sentimentos&#8221; em exibi&#231;&#227;o na TVI, levando assim a M&#250;sica Alternativa Portuguesa at&#233; &#225;s Ondas Hertzianas Televisionadas(for a change).
</itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>Lenga lenga | "L Te&#231;temunho"</title>
      <description>&lt;img src="http://portugalrebelde.podOmatic.com/mymedia/thumb/1124035/0x0_2279060.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Os elementos do grupo nasceram e cresceram em Terras de Miranda. Todos eles fomentam a passagem do testemunho tradicional dos seus antes passados! 

L&#237;ngua, Cantares, Dan&#231;as Mistas e Pauliteiros! Os instrumentos usados s&#227;o r&#233;plicas de outros muito antigos, e mant&#233;m o aspecto e sonoridade dos mesmos. 

Os trajes com que o grupo se apresenta s&#227;o de confec&#231;&#227;o manual tradicional &#224; imagem das roupas usadas pelos velhos gaiteiros As origens: o grupo data de 19 de Julho de 2000, com a forma&#231;&#227;o inicial do trio tradicional.


Os objectivos s&#227;o: desenvolver o repert&#243;rio Mirand&#234;s estudando, desenvolvendo, recolhendo e criando novos temas tradicionais, incentivando assim o gosto pela da gaita de foles Mirand&#234;sa, fraita Pastoril, cantigas da segada, dos cardadores, dos fiadores, dos ser&#245;es, Rimances e da dan&#231;as dos Pauliteiros.

"L Te&#231;temunho" &#233; o segundo trabalho do grupo, uma edi&#231;&#227;o de autor (2009).
</description>
      <guid isPermaLink="true">http://portugalrebelde.podOmatic.com/entry/2009-10-23T02_06_06-07_00</guid>
      <comments>http://portugalrebelde.podOmatic.com/entry/2009-10-23T02_06_06-07_00</comments>
      <pubDate>Fri, 23 Oct 2009 08:53:30 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2009-10-23</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2009-10-23</dcterms:created>
      <link>http://portugalrebelde.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Portugal Rebelde</dc:creator>
      <itunes:keywords>music,nacional,novos,portugal,rebelde,sons</itunes:keywords>
      <enclosure type="audio/mpeg" url="http://portugalrebelde.podOmatic.com/enclosure/2009-10-23T02_06_06-07_00.mp3" length="32170109"/>
      <itunes:image href="http://portugalrebelde.podOmatic.com/mymedia/thumb/1124035/0x0_2279060.jpg"/>
      <itunes:duration>2680</itunes:duration>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>Os elementos do grupo nasceram e cresceram em Terras de Miranda. Todos eles fomentam a passagem do testemunho tradicional dos seus antes passados! 

L&#237;ngua, Cantares, Dan&#231;as Mistas e Pauliteiros! Os instrumentos usados s&#227;o r&#233;plicas de outros muito antigos, e mant&#233;m o aspecto e sonoridade dos mesmos. 

Os trajes com que o grupo se apresenta s&#227;o de confec&#231;&#227;o manual tradicional &#224; imagem das roupas usadas pelos velhos gaiteiros As origens: o grupo data de 19 de Julho de 2000, com a forma&#231;&#227;o inicial do trio tradicional.


Os objectivos s&#227;o: desenvolver o repert&#243;rio Mirand&#234;s estudando, desenvolvendo, recolhendo e criando novos temas tradicionais, incentivando assim o gosto pela da gaita de foles Mirand&#234;sa, fraita Pastoril, cantigas da segada, dos cardadores, dos fiadores, dos ser&#245;es, Rimances e da dan&#231;as dos Pauliteiros.

"L Te&#231;temunho" &#233; o segundo trabalho do grupo, uma edi&#231;&#227;o de autor (2009).
</itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>La La La Ressonance | "Outdoor"</title>
      <description>&lt;img src="http://portugalrebelde.podOmatic.com/mymedia/thumb/1124035/0x0_2258058.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Depois da estreia em disco com "Palisade", os La La La Ressonance, projecto derivado de uma das bandas mais entusiasmantes de sempre, os The Astonishing Urbana Fall regress&#227;o aos discos com "Outdoor". 

Gravado entre 2008 e 2009 conta com a participa&#231;&#227;o dos Quad Quartet, interpretando trechos escritos pela banda, introduzindo a gravidade de um quarteto de sopros, num encontro cego com a mat&#233;ria-prima resultante do longo processo de composi&#231;&#227;o. 

Persistem na ironia de um discurso experimental devedor do jazz em rota de colis&#227;o com a constru&#231;&#227;o cir&#250;rgica de rendilhados pop, instrumental e abstracto.

"Outdoor &#233; um disco que nasce cl&#225;ssico, feito para os mel&#243;manos mais exigentes, capaz de sobreviver ao embate cada vez mais violento com a abund&#226;ncia da m&#250;sica dos nossos dias." (valter hugo m&#227;e)</description>
      <guid isPermaLink="true">http://portugalrebelde.podOmatic.com/entry/2009-10-15T11_21_10-07_00</guid>
      <comments>http://portugalrebelde.podOmatic.com/entry/2009-10-15T11_21_10-07_00</comments>
      <pubDate>Thu, 15 Oct 2009 18:08:20 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2009-10-16</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2009-10-15</dcterms:created>
      <link>http://portugalrebelde.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Portugal Rebelde</dc:creator>
      <itunes:keywords>music,nacional,novos,portugal,rebelde,sons</itunes:keywords>
      <enclosure type="audio/mpeg" url="http://portugalrebelde.podOmatic.com/enclosure/2009-10-15T11_21_10-07_00.mp3" length="36200385"/>
      <itunes:image href="http://portugalrebelde.podOmatic.com/mymedia/thumb/1124035/0x0_2258058.jpg"/>
      <itunes:duration>3016</itunes:duration>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>Depois da estreia em disco com "Palisade", os La La La Ressonance, projecto derivado de uma das bandas mais entusiasmantes de sempre, os The Astonishing Urbana Fall regress&#227;o aos discos com "Outdoor". 

Gravado entre 2008 e 2009 conta com a participa&#231;&#227;o dos Quad Quartet, interpretando trechos escritos pela banda, introduzindo a gravidade de um quarteto de sopros, num encontro cego com a mat&#233;ria-prima resultante do longo processo de composi&#231;&#227;o. 

Persistem na ironia de um discurso experimental devedor do jazz em rota de colis&#227;o com a constru&#231;&#227;o cir&#250;rgica de rendilhados pop, instrumental e abstracto.

"Outdoor &#233; um disco que nasce cl&#225;ssico, feito para os mel&#243;manos mais exigentes, capaz de sobreviver ao embate cada vez mais violento com a abund&#226;ncia da m&#250;sica dos nossos dias." (valter hugo m&#227;e)</itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>Slide no Portugal Rebelde</title>
      <description>&lt;img src="http://portugalrebelde.podOmatic.com/mymedia/thumb/1124035/0x0_2235806.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Os Slide s&#227;o a imagem que faltava na M&#250;sica Portuguesa: um grupo do Porto que em 2008 lan&#231;ou e promoveu o seu primeiro single &#171;Sopro Ausente&#187; que logo saltou para a playlist de diversas r&#225;dios nacionais. 

Esse primeiro avan&#231;o integra a banda sonora da telenovela da TVI &#171;Deixa que te leve&#187;. 

O sucesso do tema foi imediato e a banda foi convidada a incluir outras can&#231;&#245;es noutras produ&#231;&#245;es televisivas. 


Do hom&#243;nimo &#225;lbum de estreia composto por 12 temas originais em portugu&#234;s, destacam-se &#171;Simplesmente os Dois&#187;, &#171;Rude&#187; e &#171;Tautologias&#187; que podem ser ouvidos na telenovela &#171;Sentimentos&#187; e na s&#233;rie &#171;Morangos Com A&#231;ucar&#187;, respectivamente. </description>
      <guid isPermaLink="true">http://portugalrebelde.podOmatic.com/entry/2009-10-08T11_18_41-07_00</guid>
      <comments>http://portugalrebelde.podOmatic.com/entry/2009-10-08T11_18_41-07_00</comments>
      <pubDate>Thu, 08 Oct 2009 18:07:13 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2009-10-08</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2009-10-08</dcterms:created>
      <link>http://portugalrebelde.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Portugal Rebelde</dc:creator>
      <itunes:keywords>music,nacional,novos,portugal,rebelde,sons</itunes:keywords>
      <enclosure type="audio/mpeg" url="http://portugalrebelde.podOmatic.com/enclosure/2009-10-08T11_18_41-07_00.mp3" length="33156284"/>
      <itunes:image href="http://portugalrebelde.podOmatic.com/mymedia/thumb/1124035/0x0_2235806.jpg"/>
      <itunes:duration>2762</itunes:duration>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>Os Slide s&#227;o a imagem que faltava na M&#250;sica Portuguesa: um grupo do Porto que em 2008 lan&#231;ou e promoveu o seu primeiro single &#171;Sopro Ausente&#187; que logo saltou para a playlist de diversas r&#225;dios nacionais. 

Esse primeiro avan&#231;o integra a banda sonora da telenovela da TVI &#171;Deixa que te leve&#187;. 

O sucesso do tema foi imediato e a banda foi convidada a incluir outras can&#231;&#245;es noutras produ&#231;&#245;es televisivas. 


Do hom&#243;nimo &#225;lbum de estreia composto por 12 temas originais em portugu&#234;s, destacam-se &#171;Simplesmente os Dois&#187;, &#171;Rude&#187; e &#171;Tautologias&#187; que podem ser ouvidos na telenovela &#171;Sentimentos&#187; e na s&#233;rie &#171;Morangos Com A&#231;ucar&#187;, respectivamente. </itunes:summary>
    </item>
  </channel>
</rss>
