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A fazer xinfrim desde 2007, o LOBO tem tripla personalidade. É teimoso, sensível, obsessivo, determinado...e não gosta de 2as feiras. Definitivamente o LOBO é um PODER-TRIO, quase um gang.

Pedro Lobo é o principal responsável pelas canções do LOBO. Alternador de Discos, Produtor e Melómano, percorreu o país de lés a lés com bandas semi desconhecidas, no limiar da fortuna e glória. "Ecléctico is my middle name" diz.

Pedro Madureira gravou um disco com o lendário Mick Glossop e tira um prazer dos diabos de tocar bateria.

Pedro Jorge cria melodias na guitarra como poucos e gosta de teorizar sobre Frequências Hertzianas.

Nuxo Espinheira (Blind Zero), é o elemento que, ao vivo, assume as linhas no baixo.

Juntos fazem parte dessa entidade que decidiram denominar de LOBO...pelas canções.

Após diversas apresentações ao vivo, a banda grava em estúdio, durante 2008 e 2009, aquele que será o seu primeiro registo de originais: ‘Socorros a Náufragos’.

O disco é produzido por Pedro Lobo e conta com as participações de Presto (Mind da Gap),Nuxo Espinheira (Blind Zero), Alberto Almeida (Cabaret Fortuna), Daniela Maia, Carl Minnemann, entre outros.

“Socorros a Náufragos” conta também com duas lendas vivas da arte de fazer discos, Vic Florencia (Danko Jones, Nelly Furtado) que mistura a poderosa versão dos GNR, Pós-Modernos, e Denis Blackham (Led Zeppelin, Jimi Hendrix, Kraftwerk, Brian Eno, etc) responsável pela Masterização.

Depois de dado a conhecer parte do álbum, a um grupo restrito de pessoas ligadas à indústria musical, o LOBO é convidado a integrar a compilação Novos Talentos FNAC 2009, com o tema ‘Agora, Aqui’ sendo que a música ‘Algo Mudou’ é também sincronizada com a Telenovela de sucesso “Sentimentos” em exibição na TVI, levando assim a Música Alternativa Portuguesa até ás Ondas Hertzianas Televisionadas(for a change).

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Os elementos do grupo nasceram e cresceram em Terras de Miranda. Todos eles fomentam a passagem do testemunho tradicional dos seus antes passados!

Língua, Cantares, Danças Mistas e Pauliteiros! Os instrumentos usados são réplicas de outros muito antigos, e mantém o aspecto e sonoridade dos mesmos.

Os trajes com que o grupo se apresenta são de confecção manual tradicional à imagem das roupas usadas pelos velhos gaiteiros As origens: o grupo data de 19 de Julho de 2000, com a formação inicial do trio tradicional.

Os objectivos são: desenvolver o repertório Mirandês estudando, desenvolvendo, recolhendo e criando novos temas tradicionais, incentivando assim o gosto pela da gaita de foles Mirandêsa, fraita Pastoril, cantigas da segada, dos cardadores, dos fiadores, dos serões, Rimances e da danças dos Pauliteiros.

"L Teçtemunho" é o segundo trabalho do grupo, uma edição de autor (2009).

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Depois da estreia em disco com "Palisade", os La La La Ressonance, projecto derivado de uma das bandas mais entusiasmantes de sempre, os The Astonishing Urbana Fall regressão aos discos com "Outdoor".

Gravado entre 2008 e 2009 conta com a participação dos Quad Quartet, interpretando trechos escritos pela banda, introduzindo a gravidade de um quarteto de sopros, num encontro cego com a matéria-prima resultante do longo processo de composição.

Persistem na ironia de um discurso experimental devedor do jazz em rota de colisão com a construção cirúrgica de rendilhados pop, instrumental e abstracto.

"Outdoor é um disco que nasce clássico, feito para os melómanos mais exigentes, capaz de sobreviver ao embate cada vez mais violento com a abundância da música dos nossos dias." (valter hugo mãe)

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Os Slide são a imagem que faltava na Música Portuguesa: um grupo do Porto que em 2008 lançou e promoveu o seu primeiro single «Sopro Ausente» que logo saltou para a playlist de diversas rádios nacionais.

Esse primeiro avanço integra a banda sonora da telenovela da TVI «Deixa que te leve».

O sucesso do tema foi imediato e a banda foi convidada a incluir outras canções noutras produções televisivas.

Do homónimo álbum de estreia composto por 12 temas originais em português, destacam-se «Simplesmente os Dois», «Rude» e «Tautologias» que podem ser ouvidos na telenovela «Sentimentos» e na série «Morangos Com Açucar», respectivamente.

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“…vive Paco Hunter…”

Deste grito existencial reproduzido nas margens do "Finnegans Wake" de James Joyce, surge uma cosmogonia amnésica e promíscua, que se manifesta na imundice minimal dos grooves country e acepipes variados.

Algo ou alguém deixou para trás Pensacola, e numa vida idílica em Tishamingo sonha com a sombra de Boca Raton.

Paco Hunter foi criado pelos irmãos Paulo Zé Pimenta (PZ, Pplectro, The Zany Dislexic Band) e Zé Nando Pimenta (Type, The Zany Dislexic Band).

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Os Booster formaram-se em Janeiro de 2008. A Paixão pelo Rock e uma grande vontade de tocar ao vivo, juntaram estes amigos.

Em Março de 2008, a banda entrou em estúdio e gravou a maquete "Quem Vê Caras...". Esta maquete serviu para promover a banda junto das rádios e arranjar alguns concertos.

Ano novo, vida nova. Entre Janeiro e Fevereiro de 2009, os Booster estiveram no estúdio Fábrica do Rock com o técnico Jorge Imperial, a gravar um novo EP "O teu bem faz-me mal", que foi editado no dia 9 de Junho.

A promoção do novo trabalho ao vivo, foi iniciada na primeira quinzena de Junho, com a realização de showcases nas lojas Fnacs e actuando em alguns bares.

Em 4 Setembro a banda actuou na Festa do Avante. Os Booster são: Paulo Pereira - Voz/Guitarra (ex: Remédio Santo e Zé Manel Suicida) ; Rui Gomes - Guitarra (ex: Extravaganza, ExEx e Stanis), Miguel Rodrigues - Bateria (ex-Vintage) e Sandro teixeira - Baixo.

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Cláudia Madur, nascida a 30 de Novembro de 1983 em Baião, no distrito do Porto, terra de grandes tradições culturais, desde cedo se apaixonou pela música.

Motivada pelo seu pai aos 6 anos iniciou a sua formação musical na “Casa da Música de Baião”, inicialmente em clarinete e mais tarde em piano, mas cedo percebeu que a sua grande vocação era o canto.

A sua voz era o seu grande instrumento musical. Durante a sua adolescência a vontade de cantar foi aumentando cada vez mais, desenvolvendo de uma forma autodidacta o seu estilo, timbre e técnica de canto.

Quando foi para a Universidade o amor pela música levou-a a ingressar na tuna, “Tuna Feminina da Universidade Lusíada do Porto”, na qual foi pandeireta e mais tarde solista. Foi nessa altura que, o então ensaiador, António Sérgio – Professor do Orfeão do Porto, lhe fez o desafio de cantar o “Barco Negro de Amália Rodrigues”, a partir desse momento a paixão pelo fado brotou.

Iniciou a sua carreira como fadista em Junho de 2006, na altura com 22 anos, e desde então tem sido convidada para os mais variados espectáculos por todo o país.

Encontra-se a lançar o seu primeiro trabalho o álbum “Fado Sem Tempo”, que contem poemas originais, muitos deles da sua própria autoria, interpretados em alguns fados tradicionais.

Cláudia Madur é mais uma das jovens vozes que veio acordar um fado até então esquecido.

Pela forma de interpretar o que canta, a sua voz e postura em palco, desde cedo caracterizado como mais uma grande promessa do nosso fado Português.

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O segundo disco de Minta chega em Outubro e Chama-se "minta & the brook trout".
Os brook trout são o Manuel Dordio, a Mariana Ricardo e o José Vilão, que na companhia de Francisca Cortesão arranjaram e gravaram as onze músicas do novo disco, no passado mês de Julho.
No póximo mês de Outubro há concertos de apresentação em Lisboa — dia 8, na Livraria Trama — e no Porto — dia 10, no Passos Manuel.

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